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Marketing digital: 6 dicas para as pequenas empresas se recuperarem da crise do Coronavírus

O período de quarentena decretado como medida de contenção do Coronavírus no Brasil teve (e ainda está tendo!) grande impacto na saúde financeira das empresas, especialmente as micro e pequenas, dos segmentos de comércio e serviços, que tiveram que fechar suas portas. Para conseguir se manter e começar uma recuperação gradual, o marketing digital pode ser um grande aliado, já que as vendas por telefone e internet devem permanecer como alternativas de destaque para suprir as necessidades dos consumidores, que ficaram ainda mais digitais. Afinal, se o varejo online representava apenas 6,7% do comércio varejista geral (exceto veículos, peças e materiais de construção), como mostra os dados do E-commerce Brasil, a tendência de crescimento deve seguir. Com experiência no atendimento de mais de 13 mil PME’s, a plataforma de tecnologia e inteligência aplicada ao marketing digital Reach PME dá 6 dicas essenciais para as micro e pequenas empresas se recuperarem da crise usando as estratégias digitais:

1) Não interromper bruscamente as campanhas de marketing digital
As plataformas de anúncios trabalham por meio de algoritmos, que vão ganhando mais eficiência com o tempo, a partir da tecnologia de aprendizagem de máquina. “Ao interromper uma campanha, o Google e o Facebook (os principais publishers) perdem todo o histórico adquirido. Ao retomar a campanha, o algoritmo desses publishers pode levar até 3 meses para ter um pico de entrega novamente”, explica a gerente de atendimento da Reach PME Paula Lopes.

 

2) Aproveitar os preços mais baixos
Um estudo elaborado pela Social Bakers mostra uma queda significativa no valor do Custo por Clique (CPC) e Custo por Mil Impressões (CPM) – duas das principais métricas e parâmetros para cobrança dos anúncios em campanhas digitais – em todas as regiões e setores do mundo, desde o início do período de quarentena. Como muitas marcas estão reduzindo o investimento em campanhas e a demanda pelo consumo online aumentou com o maior número de pessoas em casa, os lances dos leilões estão mais baratos.

 

3) Aproveitar as ferramentas gratuitas
O Google disponibiliza o Google Meu Negócio – uma plataforma gratuita que possibilita o gerenciamento da presença on-line da empresa no Google, inclusive na Pesquisa e no Maps. Essa é a hora de fazer uma boa revisão da página do negócio, atualizando e incluindo as informações para que o cliente final encontre facilmente o negócio em questão, já que a ferramenta possibilita integração com todos os canais de contato da empresa. Tudo ali, na palma da mão do cliente final.

 

4) Procurar projetos de apoio
A Reach PME também criou a plataforma apoielocal.com.br. No portal, os profissionais autônomos e/ou liberais poderão se cadastrar gratuitamente para ter sua própria página integrada ao Whatsapp e a uma linha telefônica inteligente, no sistema “ligue grátis”, além de poder compartilhar os serviços para a lista de contatos por meio de vcard (cartão de visitas virtual) e criar campanhas de vendas por meio de cupons digitais e gift cards. Todas as interações são trackeadas por uma inteligência de monitoramento, o que possibilita otimização das ações. O projeto ainda permite que grandes empresas façam doações em dinheiro que serão revertidas em campanhas de marketing digital para os cadastrados.

 

5) Estar pronto para receber o cliente
O site é a casa de uma empresa na internet e, portanto, também precisa estar organizado. Imagine se o cliente descobre o negócio pelas campanhas, mas, ao pesquisar, encontra páginas desatualizadas e que passam pouca informação para o momento. Da mesma forma, é importante que as páginas em redes sociais estejam em dia. Afinal, tudo conta pra esse cliente multicanal e extremamente digital formar uma única percepção de marca e credibilidade.

 

6) Estar pronto para atender o cliente
Todo o caminho para o cliente achar a empresa foi preparo, ele bate a porta e aí… ninguém atende. Entre os clientes da Mob Call – plataforma de cloud contact center especializada em voz – que tem em sua base mais de 3 mil clientes, só no mês de março 15% das ligações recebidas não foram atendidas. Canal preferido por 39% dos clientes, segundo estudo da Microsoft publicado em 2019, o telefone vem ganhando ainda mais destaque no período da quarentena estabelecida nos diferentes estados brasileiros, fazendo parte do percurso multicanal do cliente. A disponibilidade é fundamental para fazer valer todo o investimento de tempo e dinheiro nas estratégias digitais, ainda mais sabendo que o cliente é ansioso e imediatista.

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